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terça-feira, 22 de maio de 2012

A ocupação da América do Sul

buscado no Gilson Sampaio



Laerte Braga
O aumento constante e expressivo da presença militar dos Estados Unidos em países da América do Sul coloca em risco a segurança e a independência desses países e significa uma real ameaça de futuros conflitos numa região que os norte-americanos consideram como quintal.
Existem indícios claros que se organiza um golpe contra o presidente Hugo Chávez na Venezuela, que por extensão, numa teoria que os EUA gostam desde os tempos de Kissinger e é chamada de efeito dominó, e se estenderia a Bolívia, ao Equador e a Argentina. Países onde os governos são considerados hostis.
Essa presença militar é ostensiva no Peru, no Chile, na província do Chaco na Argentina e total na Colômbia. Não exclui a ação política de agentes dos EUA, de Israel, da União Europeia – a Grã Bretanha movimentou submarinos nucleares e equipados com mísseis também nucleares para as ilhas Malvinas – e políticos ou grupos de direita e extrema direita, caso, entre outros, do ex-presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso e do escritor peruano Vargas Llosa.
Os presidentes da Colômbia e Chile, Sebastian Piñera e Manuel Santos são alinhados incondicionais dos EUA e na prática não passam de "governadores" de províncias.
O controle da mídia de mercado, que se acentuou com a entrada de capital internacional em países como o Brasil, por exemplo, faz com que a percepção dessas políticas seja a menor possível e assim não desperte reações populares capazes de colocar em risco os dois pontos mais importantes da atual política dos EUA para a América do Sul. O Plano Grande Colômbia que inclui a região Amazônica inclusive a parte brasileira e o controle da Tríplice Fronteira (Argentina, Brasil e Uruguai).
No caso específico do Brasil o governo Dilma Rousseff dá sinais de ter abandonado a política de integração latino-americana e procura jogar as regras do jogo internacional, o mundo globalizado segundo a ótica e os interesses do capitalismo.
A Amazônia brasileira desde o governo FHC através do antigo projeto SIVAM – Sistema de Vigilância da Amazônia – é controlada pelos norte-americanos. As imensas reservas de nióbio, outro exemplo, mineral estratégico e de fundamental importância para armas nucleares, estão em mãos de ingleses e mais de dois terços da produção e contrabandeada para países como a Grã Bretanha, os EUA, Bélgica e outros.
O controle da água e das imensas reservas de petróleo de países como o Brasil e a Venezuela é vital para os projetos norte-americanos. O não ter conseguido implementar políticas diretas para a instalação de bases militares no Brasil não significa que os EUA tenha deixado o país de lado, ou desconsiderado sua importância. A política externa brasileira de morde e sopra fez com que os norte-americanos passassem a considerar esse controle a partir da Colômbia, do SIVAM, do acorde de livre comércio firmado no governo Lula com Israel, que abriu as portas para a presença de empresas sionistas em setores estratégicos da economia e políticas de "colaboração" com o governo federal e governos estaduais na área de segurança pública.
E pela primeira vez, desde o fim do governo João Figueiredo, o último general da ditadura, um chefe militar – mesmo que na reserva – fala abertamente, em entrevista ao jornal ESTADO DE SÃO PAULO, em "poder moderador".
A constituição de 1988, por pressão dos militares, confere às forças armadas esse poder em caso de "graves" distúrbios políticos, econômicos ou sociais. O general Leônidas da Silva (ex-comandante do aparato repressivo no estado do Rio de Janeiro), ministro do Exército no governo Sarney, reagindo à Comissão da Verdade, que investiga os crimes da ditadura, foi claro ao afirmar que é necessária a "convocação do poder moderador".
Não importa que as circunstâncias sejam diversas, a conjuntura seja outra, mas claro está que a democracia em países da América do Sul é um ciclo consentido e sua efetiva transformação em realidade vai depender da reação de forças populares.
É uma luta que, em todos os países sul americanos, não vai ser travada dentro do mundo institucional limitado por essa espécie de camisa de força imposta por regimes totalitários – poder moderador –. A cumplicidade dos governos que se seguiram à ditadura no Brasil permitiu aos responsáveis pela repressão acumular forças para reagir agora à Comissão da Verdade. É um aspecto positivo do governo Dilma, ainda que não se saiba até que ponto a presidente terá forças para enfrentar a reação dos quartéis. A maioria dos militares brasileiros da ativa é leal a Washington e tem se deixado envolver pelos porões podres, mas ainda vivos, da ditadura militar.
Há uma ilusão nos países da América do Sul em relação aos governos dos EUA. Costuma-se acreditar que presidentes republicanos são diferentes de presidentes democratas na prática colonialista, o que é um equívoco. O que varia é a forma de agir. Republicanos chegam com areia e democratas com vaselina.
A derrubada de Chávez é quase uma obsessão em Washington e para isso a cumplicidade da direita venezuelana não vai se limitar a ações políticas. Se necessário for provocam um conflito social com o objetivo de cindir as forças armadas e criar condições para a intervenção internacional naquela conversa fiada de "ajuda humanitária" e "direitos humanos".
A doença do presidente abre espaços para especulações deliberadas na mídia de mercado, nas ações diplomáticas, no buscar criar confusão na opinião pública e no tentar impedir a permanência de Chaves, até agora imbatível nas urnas, fato que deverá se confirmar nas eleições de outubro deste ano.
Se o controle da América Central, a exceção de Cuba e Nicarágua se dá através de uma ostensiva presença militar, como se viu no golpe que derrubou Manoel Zelaya em Honduras, centro de uma escola militar de golpes dos EUA, o da América do Norte por governos dóceis no México e no Canadá (que os norte-americanos consideram um "México melhorado"), o da América do Sul começa a se tornar visível a olho nu na presença política, diplomática e militar e de governos controlados por Washington, no cerco a países considerados hostis.
Não é diferente do que fazem na África e a África, ou no Oriente Médio (por exemplo apoiar a junta militar egípcia, o governo da Jordânia e destruir Síria e Líbia), na Ásia no cerco militar (bases) da China, na dubiedade das políticas da Rússia de Putin, já que detêm o controle da União Europeia, a América do Sul, nessa visão totalitária dos EUA, não pode ser a exceção.
Tem que estar sob o tacão nazi/sionista de ISRAEL/EUA TERRORISMO HUMANITÁRIO S/A.
A reação não está no mundo institucional, mas nas forças populares. É o desafio.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Sobre algumas ilusões a respeito da Palestina

 Outro olhar

Por Idelber Avelar

Há uma espécie de euforia tranquilizadora de consciências em curso. A Autoridade Palestina deve solicitar em breve às Nações Unidas a sua admissão como estado membro com plenitude de direitos. Essa admissão deve ser aprovada por ampla maioria, com o tradicional voto contrário de Israel, acompanhado dos indefectíveis EUA e de algum outro país (em geral são as Ilhas Marshall). Como era previsível, há grande apoio popular à iniciativa em praticamente todo o mundo. Mas também há, me parece, uma enorme má consciência com respeito ao tema, como se a admissão à ONU fosse uma espécie de solução definitiva do problema, o tão esperado aplacador da culpa ocidental. Lamento, mas não é o caso.
Quem não acompanha de perto o problema talvez se surpreenda com a notícia de que há pouquíssimo entusiasmo na Palestina, tanto em Gaza como na Cisjordânia, com respeito a essa entrada na ONU. É evidente que a admissão às Nações Unidas muda algo no tabuleiro formal internacional, mas o que se convencionou chamar, nos processos de negociação, de “facts on the ground”, não se move absolutamente um centímetro. Aliás, muita gente se convenceu de que estamos vivendo a época do enterro definitivo da possibilidade de uma solução biestatal para a tragédia do povo palestino.
A solução biestatal sempre teve, a seu lado, a legitimidade internacional. A Resolução das Nações Unidas 242—numerozinho mágico que qualquer palestino sabe de cor—afirma a inadmissibilidade da conquista de território por guerra e exige que Israel retorne às fronteiras anteriores à guerra de 1967. Na prática, ela estabelece as atuais Gaza, Cisjordânia e Jerusalém Oriental como território legalmente palestino. Há 44 anos esse território continua sob ocupação militar israelense, no caso da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental e, no caso de Gaza, sob bloqueio aéreo, terrestre e marítimo.
O número de colonos só cresceu durante esse período e hoje chega a 280.000, na Cisjordânia, e 180.000, em Jerusalém Oriental. A política de remoção forçada da população palestina de suas casas, especialmente em Jerusalém, continua galopante. A implantação de estradas exclusivas para colonos, checkpoints e monopólio da água só se intensificou nos últimos anos. A rotina dos espancamentos, tortura e encarceramentos extra-judiciais também. Periodicamente, reinicia-se a farsa da “negociações de paz”, nas quais não se concede aos palestinos sequer a interrupção do roubo de território. Nada nesse quadro se altera com a admissão da Palestina à ONU.
Especialmente entre os palestinos mais jovens, o atual pedido de admissão à ONU tem sido visto como instrumento para que a Autoridade Palestina faça ainda mais concessões, acelere ainda mais a sua transformação em capanga a serviço do poder colonial israelense e dissemine ainda mais ilusões sobre uma “solução” que já está, na prática, morta, assassinada pela picotagem, confisco e ocupação do território que seria palestino segundo a Resolução 242.
Uma das grandes vozes israelenses contra o Apartheid, Ilan Pappe—o primeiro historiador de Israel a escrever a história do Nakba (a catástrofe) de 1948-9 com fontes orais árabes—, recentemente escreveu um artigo que este blogue recomenda com ênfase (o link leva à minha tradução do texto ao português, publicada aqui na Fórum). Pappe se refere à entrada na ONU como o funeral da solução biestatal, a sua revelação definitiva como farsa de pouquíssimas relações com qualquer realidade existente ou possível. Um número cada vez maior de palestinos e analistas internacionais começa a ver como única possibilidade de solução a emergência de um estado plurinacional e pluriétnico, onde judeus e árabes gozassem de completa e equânime cidadania e direitos iguais. Para que isso se realize, claro, seria necessária uma revolução, nada menos que uma das mais inesquecíveis revoluções da era moderna.
Outras revoluções já tomaram seu impulso inicial de situações assim, em que uma “solução” imaginária, exatamente ao ser colocada sobre a mesa, se revela como ilusão destinada a acalmar más consciências.

Buscado no Outro olhar

domingo, 11 de setembro de 2011

Porque hoje é 9/11: O que Newton tem a dizer sobre o colapso do WTC

GilsonSampaio

E não se esqueçam que a distribuição de chocolates na páscoa foi cancelada por que nosso bravo Saci Ppererê sequestrou o Coelhinho e o mantém preso numa UPP sob acusação de tráfico de drogas. A midiazinha sem-vergoinha responsabilizou o MST, alegando que o Saci foi treinado por uma célula do movimento terrorista.
Procurado pela reportagem, o Papai Noel negou qualquer declaração sobre o 9/11 e o sequestro do coelhinho da páscoa.

Francisco Rolando Di Biase
Neste artigo não pretendo entrar em detalhes dos motivos que levaram aos “ataques” do WTC (World Trade Center) e nem quem foi o responsável. A minha intenção é pura e simplesmente mostrar as evidências de que os três edifícios, isso mesmo as torres gêmeas e o Edifício 7 (WTC 7), foram destruídos pelo método de demolição controlada, planejada anteriormente aos eventos de 11 de setembro.
Primeiro vamos estabelecer a cronologia dos eventos que levaram aos desabamentos. A Torre Norte (WTC 1), com a grande antena no topo, foi a primeira a ser atingida, às 08h45min (horário de Nova York). Ela queimou durante 103 minutos por 5 andares e desabou às 10h28min. A Torre Sul (WTC 2) foi atingida as 09h03min e queimou por 56 minutos em 8 andares, ela desabou às 09h59min. Ambos os edifícios tinham 110 andares com uma altura de 415 metros. O WTC 7 não foi atingido por nenhum avião e desabou às 17h20min do mesmo dia em apenas 7 segundos.
A explicação oficial fornecida pelo órgão encarregado das investigações da causa do colapso do WTC, o NIST (National Institute of Standards and Tecnology) parecido com o nosso Inmetro, é chamada de Teoria da Vergadura para Dentro (Inward Bowing Theory). Ela diz que as colunas arqueadas de uma das paredes curvaram-se devido ao calor do incêndio e foram incapazes de agüentar as cargas gravitacionais (o peso). Essas cargas foram transferidas para as colunas adjacentes pelas treliças, que rapidamente também ficaram sobrecarregadas e em uma seqüência rápida, essa instabilidade se espalhou por todas as outras paredes. Então a seção do edifício acima do ponto de impacto (perto do 98º andar), agindo como um bloco rígido inclinou-se pelo menos 8 graus para o sul. O movimento para baixo desse bloco foi mais do que a estrutura danificada pôde resistir, e o colapso global começou. Desse momento em diante NIST aparentemente se baseia na hipótese “bate-estacas” sugerida em uma série de artigos de Zdenek Bazant com vários co-autores. Ele descreve um cenário onde o topo do edifício (parte acima do ponto de impacto) permanece rígido conforme vai destruindo a parte de baixo. Apenas quando a parte de baixo foi completamente destruída em uma pilha compacta de destroços a parte de cima se destrói.

Teoria da Vergadura para Dentro

Você pode estar achando estranha essa explicação porque a teoria mais difundida de como as torres desabaram é a “teoria de panqueca” criada pela FEMA (Federal Emergency Management Agency). Ela postula uma falha progressiva do sistema de pisos das torres do WTC, ou seja, de alguma forma os pisos se soltaram e foram se chocando uns com os outros. Ela teve que ser descartada pelo NIST porque nos inúmeros testes realizados concluiu-se que mesmo com temperaturas muito mais altas das sugeridas no WTC o sistema de pisos, que consistem de uma malha de treliças de aço, integradas com concreto, conectando as colunas do núcleo com as externas, não colapsaram.
Já para o WTC 7 o colapso é atribuído a falha de uma única coluna que estava apoiada em vigas em um cenário complexo envolvendo expansão térmica dessas vigas, devido a incêndios isolados de mobília de escritório. Depois eles dizem que o interior do edifício desabou dentro de sua própria base e foi seguido pelas paredes externas que tinham se tornado uma casca oca. Dessa forma, de acordo com NIST, os vídeos existentes mostram apenas o colapso das paredes externas.
Bem essas são as explicações oficiais fornecidas pelo NIST que foi encarregado pelo governo Bush de investigar a causa do colapso, ou seja, são nessas explicações que devemos acreditar se acharmos que o governo dos EUA está dizendo a verdade.
Agora vamos apontar algumas observações que podem ser feitas nos inúmeros vídeos dos colapsos que tornam, no mínimo, a explicação oficial forçada e que os grandes meios de comunicação escolheram não mostrar (censuraram?), ou mostraram, mas não enfatizaram os pontos importantes.
Os três prédios do WTC foram os únicos edifícios de alta estrutura, antes e após 11 de setembro, a desabar devido a incêndio e danos, nunca tinha acontecido e nunca voltou a acontecer. Como exemplo temos o edifício One Meridian Plaza de 38 andares, na Filadélfia, pegou fogo em 23 de fevereiro de 1991 e o incêndio durou 18 horas se espalhando por 8 andares mas não desabou.

Edifício One Meridian Plaza

Em 17 de outubro de 2004, um edifício em Caracas de 56 andares, construído em 1976, pegou fogo que durou 17 horas e se espalhou por 26 andares e não desabou.

Caracas, 17 de outubro de 2004

Em fevereiro de 2005 houve um incêndio imenso na Windsor Tower, um arranha-céu em Madri que durou por volta de 20 horas e o edifício, mais uma vez, não desabou. Vemos na foto claramente que o edifício foi tomado pelas chamas, mas no final a estrutura permaneceu em pé.

Windsor Tower em chamas e depois do incêndio

Uma informação importante sobre o fogo que a maioria das pessoas não conhece é que quando ele tem essa cor amarela esbranquiçada como acima é porque está queimando muito oxigênio. No caso do WTC o fogo era vermelho escuro e a fumaça muito escura indicando que quase não existia mais oxigênio para queimar, e sem oxigênio o fogo não queima e se extingue.

WTC em chamas

Nos destroços do WTC foram encontradas piscinas de metal derretido e mesmo tendo chovido entre os dias 14 e 21 de setembro, terem sido utilizados retardante de fogo e água, os bombeiros só conseguiram extinguir o fogo em 13 de dezembro. Não esqueça que aço (o metal usado na estrutura do WTC) só derrete a 1510º C e incêndios de móveis de escritório pode chegar, em condições mais favoráveis possíveis, mesmo considerando o combustível do avião até 760º C. Para a teoria do NIST funcionar o aço teria que chegar a pelo menos 980º C. Abaixo temos uma foto em infra-vermelho tirada pela NASA onde foi registrada as temperaturas de superfície alguns dias após 11 de setembro. O metal derretido encontrado pelos trabalhadores no marco zero estava com temperaturas pelo menos duas vezes maiores por estar no subsolo e nos poços dos elevadores, bem abaixo da superfície.
Metal derretido Temp registradas pela NASA
Durante o colapso das torres gêmeas hastes de metal pesando muitas toneladas foram ejetadas lateralmente a mais de 150 metros de distância com velocidades superiores a 100 km/h (ou 60 milhas por hora). Um vídeo que pode ser visto no YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=eHnLlwqiu0A) mostra uma análise de David Chandler onde ele explica como calculou a velocidade horizontal desses objetos.

Metal sendo ejetado lateralmente

Uma seção do prédio pesando mais de 300 toneladas ficou incrustada no edifício da American Express a aproximadamente 120 metros de distância.

Pedaço do WTC incrustado no edifício da Amex

Alguns “especialistas” foram na televisão e disseram que esses pedaços do WTC foram ejetados lateralmente devido ao ar que estava sendo deslocado no núcleo do edifício que era essencialmente oco e estava sendo comprimido a medida que o topo vinha esmagando a parte de baixo. Mas tenha em mente que o ar sendo comprimido não tem uma direção preferencial para seguir, o normal seria ele tomar todo o andar e depois estourar todas as janelas ao mesmo tempo saindo do edifício. E como podemos ver na foto abaixo existiram jatos de ar em pontos bem abaixo da linha de destruição.

Jatos de ar no WTC

Nenhum outro prédio em volta das torres, além do WTC 7 que estava a uma distância maior, como pode ser visto no esquemático do complexo do WTC, desabou devido a fogo e danos causado pelos destroços das torres.

Esquemático do complexo WTC

O WTC 3, um prédio de 22 andares diretamente abaixo das torres foi dividido ao meio pelos destroços mais não desabou.

WTC 3

O WTC 4, um prédio de 9 andares foi quase completamente destruído mas a estrutura continuou em pé.

WTC 4

O WTC 5, tinha 9 andares, sofreu com um severo incêndio e danos causados pelos destroços mas não desabou.

WTC 5

O WTC 6, com 8 andares, sofreu danos enormes devido à destroços e incêndios mas não caiu.

WTC 6

Não podemos esquecer também que várias pessoas, entre elas Brian Clark, um gerente da firma Eurobrokers, conseguiram sair do topo das torres. Elas estavam acima do ponto de impacto, e conseguiram chegar no térreo se salvando. Se o fogo era quente o bastante para enfraquecer o aço, pelo menos 900º C, como essas pessoas fizeram isso?
Ao contrario do que ocorreu com as torres gêmeas, que causaram dano considerável nas estruturas adjacentes, o WTC 7 teve um colapso simétrico diretamente na sua própria base com um desmembramento total da estrutura de aço e danos limitado nas estruturas adjacentes como podemos ver nas fotos abaixo.

WTC 7 depois do colapso

Complexo do WTC depois dos colapsos
Bombeiros e diversas testemunhas relataram uma série de explosões antes e durante o colapso das torres como pode ser visto no vídeo ”Fireman Explosion Testimony” no YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=IO1ps1mzU8o). E neste outro vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=CcRs1fv8i3I) chamado “Explosions on 911” vários bombeiros estão juntos de um telefone público ligando para casa dizendo para suas famílias que estão bem. De repente eles se assustam com um som muito alto de uma explosão. Essa é uma das explosões no WTC 7 que ocorreu muito antes do seu desabamento.
Conforme os edifícios foram se desintegrando criou-se uma nuvem do tipo piroclástica de concreto pulverizado que é muito mais comum de ser vista em erupções vulcânicas do que em desabamentos de edifícios.

Nuvem piroclástica

Foram encontradas evidências do incendiário Thermite nas amostras de aço coletadas. Esse material que é uma combinação de alumínio com óxido de ferro atinge temperaturas de 2400º C em 2 segundos e é normalmente usado em demolições controladas para cortar as colunas de aço das estruturas. Neste vídeo “9/11 Experiments: The Great Thermate Debate” de Jonathan Cole (http://www.youtube.com/watch?v=5d5iIoCiI8g) vemos um experimento onde a thermite é usada para cortar uma viga de aço. Uma vez que se consegue que os dois materiais comecem a reagir, a energia liberada é tão grande que derrete o aço.

Pedaços de metal do WTC. São evidências de aço derretido e erosão severa por alta temperatura documentado pela FEMA no Apêndice C do seu relatório. Análises subseqüentes ainda revelaram a assinatura de thermite.

Além de thermite, um material que não deveria estar no WTC, um grupo de cientistas liderados pelo físico Steven Jones encontrou em amostras de poeira (aquelas nuvens de concreto pulverizado) o que eles chamaram de nano-thermite. As suas descobertas foram publicadas no Open Chemical Physics Journal, volume 2, no artigo “Active Thermitic Material Discovered in Dust from the 9/11 World Trade Center Catastrophe” e foram confirmadas pelo engenheiro químico Mark Basile que encontrou o mesmo material. Diferente de thermite, um material incendiário, a nano-thermite é explosiva.
A primeira coisa que encontraram foram micro-esferas ricas em ferro (fotos abaixo) que são uma assinatura de uma reação thermítica. Além deles a USGS (United States Geological Survey), uma agência governamental, e a empresa ambiental RJ Lee também encontraram essas esferas.
Então Steve Jones com a ajuda do físico Jeff Ferrer, um perito no uso dos microscópios eletrônicos de varredura e transmissão, descobriram as lascas vermelho/cinzas que são nano-thermite não reagida.

Lascas vermelho/cinza

A nano-thermite é basicamente composta de alumínio e óxido de ferro, como a thermite, em uma matriz de silício com adição de carbono, um componente orgânico usado para gerar gás tornando o material explosivo. O que fez esses cientistas a caracterizar esse tipo de thermite como nano-thermite foi justamente a sua escala. Esse material só começa a reagir quando a temperatura chega a 430º C, então para ele ser usado é necessário algum incendiário para gerar essa temperatura. Então, uma vez que ela é iniciada o oxigênio passa do óxido de ferro para o alumínio liberando grandes quantidades de energia e gerando ferro derretido.
Para que as micro-esferas sejam criadas a única explicação plausível, até o momento, é que quando a nano-thermite explode, é gerado ferro derretido que é ejetado muito rapidamente no ar e, similarmente quando chove que a água cai em forma de gotículas, esse ferro derretido formou gotículas que se resfriaram rapidamente antes de atingir o solo, formando as micro-esferas.
Se vamos analisar o colapso das torres do WTC precisamos pelo menos ter uma noção de como as torres foram construídas e algumas características são realmente muito interessantes.
O núcleo de cada torre era um retângulo de 26.5 por 40.5 metros, divididos em 47 colunas de aço que variavam de 91.5 por 40.5 centímetros até 132 por 56 centímetros e eram muito mais espessas na base que no topo. Nesse núcleo era onde ficavam os elevadores (cada torre tinha 99), escadas, dutos de manutenção e canos, ou seja, apesar de ter essa estrutura de aço massiva no centro, para sustentar o edifício, o núcleo era basicamente vazio.

Torre do WTC sendo construída


Esquemático da torre do WTC

Já as paredes do perímetro externo eram compostas de densas malhas de colunas de aço verticais com uma camada de placas de aço envolvendo cada piso.

Montagem da camada externa

Essa camada externa foi construída com peças de aço pré-fabricadas que consistiam de 3 colunas verticais com 3 placas de aço horizontais soldadas juntas. Peças adjacentes foram aparafusadas, coluna com coluna em cima e em baixo e placas horizontais com suas vizinhas de um lado e do outro, com inúmeros parafusos.

Peças usadas na camada externa

Existiam 59 colunas na camada externa de cada face e uma coluna em cada canto chanfrado, totalizando 240 colunas externas em cada torre. E como nas colunas no núcleo, na base elas eram muito mais espessas que no topo.

Torre em construção

As torres eram sustentadas por essa camada externa, que enrijecia sua estrutura, junto com as colunas do núcleo tornando-a muito eficiente para suportar cargas de vento laterais. E de acordo com Frank Demartini, gerente do projeto de construção do WTC, elas foram projetadas para resistir ao impacto de um ou mais aviões de linhas aérias, ou seja, essa estrutura deveria agüentar o impacto de aviões Boing 707, o maior avião comercial da época. E apesar de o 707 ser menor que o 767 a energia cinética dos dois é equivalente já que o 707 viaja a velocidades superiores.

Esquemático da estrutura do WTC

O WTC 7 era um arranha-céu de 47 andares que não foi atingido por um avião e teve pequenos danos causados pelo colapso das torres gêmeas. Era possível ver incêndios esparsos no prédio (foto abaixo) mas nada preocupante e de acordo com NIST estes incêndios fizeram as colunas cederem e o prédio vir abaixo.

Incêndios esparsos no WTC 7

O interessante é que o prédio não desabou como esperado onde o fogo vai gradualmente causando pequenos danos e o colapso ocorre de forma assimétrica pelo caminho de menor resistência. Apenas olhe o fogo consumir a lenha em uma lareira, ele vai gradualmente consumindo a madeira e causando colapsos assimétricos e localizados.
Agora vamos ao ponto que faria Newton rolar em seu túmulo. O desabamento tem uma aceleração de queda livre, ou seja, a aceleração da gravidade e, não podemos esquecer, ocorre pelo caminho de maior resistência. E isso é realmente importante porque só é possível ocorrer quando as colunas de suporte são removidas simultaneamente por toda a estrutura. Deixe-me explicar, vamos precisar de um pouco de física básica (as leis de Newton), nada que não tenhamos aprendido no segundo grau, para provar que outras forças estavam envolvidas na destruição, pelo simples fato de que é impossível o edifício atingir uma aceleração de queda livre apenas com a força da gravidade atuando.
A aceleração da gravidade não é nada mais que a taxa com que a velocidade de um objeto aumenta em queda livre, desconsiderando a resistência do ar. Ela faz com que um objeto aumente sua velocidade em aproximadamente 9.78 m/s a cada segundo (normalmente abreviamos para 9.78 m/s2). Ela tem pequenas variações em cada local do planeta, mas em Nova York é de 9.808 m/s2.
Isaac Newton mostrou que a aceleração de um objeto é governada pela massa desse objeto e a força resultante agindo nele (2ª Lei de Newton: F = m x a). Se a aceleração de queda de um objeto é igual à aceleração da gravidade, então a força resultante é somente a força da gravidade.
Além disso, a Terceira Lei de Newton nos diz que quando objetos interagem, eles exercem forças iguais e opostas entre eles. Então conforme um objeto está caindo se ele exerce qualquer força em objetos no seu caminho, esses mesmos objetos vão exercer a mesma força em sentido oposto, ou seja, para cima, que diminuirá a aceleração da queda. Se um objeto é observado em queda livre podemos seguramente concluir que nada no seu caminho exerce uma força para freiá-lo e pela Terceira Lei de Newton o objeto em queda não pode estar se chocando com nenhum outro objeto também.
Normalmente quando o topo de um prédio desaba esperaríamos ver a parte que está caindo bater na parte de baixo exercendo uma força considerável. Mas não é o que ocorre no WTC 7 e sabemos disso porque a parte de cima do WTC 7 caiu em queda livre e não próximo de queda livre. Ele caiu por quase 2.5 segundos em uma taxa de queda livre, ou seja, 9.808 m/s2. Se o topo tivesse esmagado a parte de baixo, a parte de baixo teria reagido com uma força de mesma intensidade mas oposta que teria diminuído a aceleração de queda. Como a queda não diminuiu, podemos concluir que a força de interação foi zero, nas duas direções.
Uma análise foi feita por David Chandler e postada no YouTube (http://www.youtube.com/user/ae911truth#p/u/58/CpAp8eCEqNA) usando um programa específico para análise em um vídeo da CBS feito com uma câmera fixa apontada quase perpendicularmente para a parede norte. Essa ferramenta permitiu obter dados de distância e tempo conforme o edifício desmoronava. A partir desses dados foi possível calcular a velocidade (distância / tempo) de queda do prédio e a aceleração (velocidade / tempo) e construir o gráfico abaixo. O processo foi calibrado com as alturas de dois pontos no prédio fornecidos no relatório do NIST de agosto de 2008. As medidas indicam que abruptamente o prédio caiu, por aproximadamente 2.5 segundos, em queda livre. Isso é equivalente a 8 andares de queda na qual a parte que estava caindo não encontrou resistência alguma. Por outros 8 andares encontrou resistência mínima, e mesmo assim continuou acelerando, mas em uma taxa menor que de queda livre. Apenas depois desses 16 andares de queda, começou a haver interação significativa com a estrutura abaixo e desacelerou.

Velocidade x Tempo do WTC7

No gráfico temos que o eixo horizontal é a medida de tempo (Time) em segundos e o eixo vertical é a medida de velocidade (Velocity) em metros por segundo. A velocidade está em números negativos porque é para baixo sendo o mesmo válido para a aceleração (Acceleration) que é a relação entre a velocidade e o tempo. Vemos claramente três estágios de aceleração, o primeiro que dura quase 1 segundo onde o prédio tremula perdendo a rigidez e começa a cair, o segundo onde temos a aceleração de queda livre, indicado pela reta azul, por aproximadamente 2.5 segundos e o terceiro que dura um pouco menos de 1 segundo onde a taxa de aceleração diminui e então ele para.
Para aqueles que estão pensando que a queda livre ocorreu apenas por 2.5 segundos e não todo o desmoronamento e pode ser explicada de alguma forma se considerarmos o processo como um todo não se iludam. O fato é que mesmo 2.5 segundos de queda livre não é consistente com nenhum cenário natural envolvendo enfraquecimento, envergamento ou esmagamento porque nesse tipo de cenário existiriam enormes forças de interação com a estrutura de baixo que teria diminuído a queda. Sabendo que mesmo em demolições controladas não são removidas estruturas suficiente para ocorrer queda livre, como poderia um incêndio de móveis de escritório ser mais destrutivo? Juntando ainda a remoção em sincronia das colunas de suporte por todo o perímetro do prédio como visto pelo desnível do terraço, pelo abrupto colapso e pela transição imediata de total suporte para queda livre concluí-se que um colapso natural com aceleração da gravidade não é possível. Mas, no entanto ocorreu, o que significa que não foi um colapso natural, outras forças estavam envolvidas que destruíram as colunas de suporte do WTC 7.
David Chandler também fez uma análise do desabamento da Torre Norte (WTC 1) que pode ser vista no YouTube (http://www.youtube.com/watch?v=32-Ctx7MhKY). E do mesmo modo que a explicação oficial para o desabamento do WTC 7 contradiz com as leis da física a do WTC 1 também é inconsistente porque a aceleração que o topo da torre adquire conforme cai é uma conseqüência da desintegração da parte de baixo do edifício e não a causa.
As torres gêmeas do WTC foram destruídas de cima para baixo, especificamente, a seção do edifício do 98º andar para cima aparenta se soltar e acelerar em direção ao solo através dos 98 andares abaixo.
Para a análise ele usou um vídeo de alta qualidade de Etienne Sauret (versão similar no YouTube http://www.youtube.com/watch?v=xGAofwkAOlo) apontado para a face norte, identificável devido ao buraco do impacto do avião. O vídeo foi escolhido porque mostra uma vista quase nivelada e perpendicular da face da torre de uma câmera estacionária ao longe. Usando a ferramenta de análise de vídeo foi possível adquirir dados de distância e tempo e calcular a aceleração da queda. A base de tempo foi calibrada com as informações do padrão NTSC, ou seja, 29.97 quadros por segundo (fps – frames per second). A escala vertical foi calibrada pelo espaçamento entre os andares que é conhecido, 3.66 metros. A posição vertical do teto foi marcada a cada seis quadros (0.2 segundos) e a queda foi seguida até o momento em que o teto desaparece atrás da nuvem de poeira, ou seja, por aproximadamente 32 metros. Os dados obtidos estão na tabela abaixo:
Na 1ª coluna temos os frames que são os quadros (começa no 216 porque o vídeo não começa no momento do desabamento), na 2ª o tempo (o 0.00 é quando começa o desabamento), na 3ª a componente do comprimento vertical e na última temos a velocidade computada. Esses dados geraram o gráfico abaixo.

Velocidade x Tempo do WTC1

O gráfico da velocidade vs tempo mostra uma aceleração quase uniforme do 6º ponto computado em diante. Quando o teto começa a cair, rapidamente passa para uma aceleração quase uniforme de -6,31 m/s2.
A análise seguinte se baseia na teoria “bate-estaca” de Bazant considerando o topo do edifício como uma massa sólida m. As únicas forças relevantes agindo no bloco em queda são a gravidade (P = mg) e uma força normal (N) para cima devido a interação com a seção de baixo do edifício. Aplicando a Segunda Lei de Newton temos que a força resultante (força da gravidade menos a força normal) é igual a massa vezes a aceleração:
mg - N = ma
reorganizando temos que:
N = mg - ma
Como mostrado no gráfico a aceleração (a) do sexto ponto em diante é de -6,31 m/s2, que é o mesmo que 64% da aceleração da gravidade (0.64g). Então nossa equação fica:
N = mg - 0,64mg = 0,36mg
Então a força normal (N) para cima é de 36% do peso do bloco que está em cima como mostrado na figura abaixo.
Evocando a Terceira Lei de Newton ficamos com uma situação muito estranha. Como as forças de interação são iguais e opostas o bloco em queda exerce uma força de apenas 36% do seu peso na seção de baixo do edifício. Em outras palavras, desde que o bloco em queda esteja acelerando nós temos um resultado contra-intuitivo que a força exercida na parte de baixo do edifício é significantemente menor que o peso do bloco estático. É difícil imaginar como o bloco de cima exercendo uma força de apenas 36% do peso do bloco estático poderia destruir a seção de baixo maior, mais forte e sem danos quando o edifício em si foi projetado para agüentar várias vezes seu próprio peso.
O fato que um bloco com aceleração poderia exercer uma força menor que seu próprio peso no bloco alvo pode ser difícil de aceitar intuitivamente, mas isso é porque nossa experiência diz que o bloco alvo iria resistir ao impacto destrutivo. Um martelo se movendo rapidamente e atingindo um prego em um bloco sólido de madeira normalmente exerce uma força no prego muito maior que o peso do martelo. Mas isso é verdade apenas se o prego resistir ao impacto. A força maior que impele o prego para dentro da madeira é igualada por outra força que simultaneamente desacelera o martelo, e é por isso que várias marteladas são necessárias. No entanto, se o prego for colocado em um bloco de isopor, ele não irá resistir ao impacto. Ele será impelido para dentro do bloco com muita pouca força. O martelo irá encontrar uma resistência tão insignificante que será capaz de acelerar o tempo todo. No caso do WTC 1, o bloco em queda age como um martelo impelindo o prego pelo isopor, mas olhando por outro ângulo, é a interface entre os blocos que é “macia”. Outra coisa além do bloco em queda (explosivos?) precisa estar destruindo a integridade estrutural da zona de interface que oferece apenas uma pequena fração da resistência que foi projetada.
Jonathan Cole fez experimentos onde demonstra como um objeto em queda livre exerce uma força menor que seu peso. O vídeo está no YouTube e se chama “9/11 Experiments: Newton vs. NIST” (http://www.youtube.com/watch?v=tejFUDlV81w). Ele também demonstrou como um bloco (topo do edifício) caindo em cima de uma coluna de blocos montados uns sobre os outros (o resto do edifício) não consegue destruir a coluna. Vídeo “Jonathan Cole - 9/11: Collapse vs Demolition“ (http://www.youtube.com/watch?v=XkXeNawHFFo). É muito instrutivo assistir esses vídeos.
Mesmo assim, podem querer argumentar que em termos da resistência dos vários materiais, que o impacto do bloco em queda poderia destruir a seção de baixo do edifício, mas o fato é que não poderia destruir mantendo uma aceleração constante. Além disso, se analisarmos em termos de momento temos que qualquer aumento de força na seção de baixo do edifício precisa ser acompanhada por uma perda de momento no bloco em queda para desacelerar. Por isso ele deveria experimentar um “solavanco” que seria visível no vídeo. Mas o fato é que o bloco continua a se mover para baixo sem desacelerar, fica claro que não existiu nenhum “solavanco” apesar da acentuada deformação do edifício nos primeiros três segundos.
Juntando essas análises com as outras evidências mostradas é evidente que alguma forma de demolição controlada estava ocorrendo, mas não uma como já vimos, porque o edifício foi destruído de cima para baixo, os destroços não ficaram contidos na própria base e diversas partes da estrutura foram ejetadas lateralmente por vários metros causando danos nos prédios adjacentes.
Então podemos concluir que uma vez que o desabamento não foi causado de forma natural, ele necessariamente foi causado pelo homem. E, como argumentei foi uma demolição controlada que, com certeza, foi planejada antes de 11 de setembro. E se foi planejada antecipadamente então temos uma conspiração e não uma teoria da conspiração. Porque aconteceu e necessariamente diversas pessoas estavam envolvidas com objetivo de demolir o edifício o que significa que o governo dos EUA mentiu descaradamente para justificar duas invasões que desafiaram a Lei Internacional e a Convenção de Genebra e já mataram mais de 1.5 milhão de pessoas.
Agora apesar de todas essas informações se ainda existir dúvida que o governo dos EUA não seria capaz de mentir sobre uma coisa dessas, pesquisem sobre o incidente no Golfo de Tonkin. Esse evento é considerado a principal causa dos EUA entrarem de cabeça na Guerra do Vietnã. A história oficial foi que uma embarcação dos EUA tinha sido atacada pelos norte-vietnamitas no golfo de Tonkin. Mas essa história caiu por terra quando Daniel Elsberg vazou para a mídia os Documentos do Pentágono (Pentagon Papers) que tinham sido encomendados pelo Departamento de Estado para registrar a verdadeira história da Guerra do Vietnã. Então ficamos sabendo que o incidente no golfo de Tonkin nunca ocorreu, foi fabricado para a população dos EUA como uma justificativa para a entrada na guerra.
Outros documentos, desclassificados, que também sugerem o que o governo dos EUA é capaz são os Documentos Northwood. Com eles ficamos sabendo como os militares pretendiam abater aviões de linhas aéreas, com ou sem passageiros, e culpar Cuba para justificar uma invasão, na década de 1960. Eles foram assinados pelos comandantes militares e faltou apenas a assinatura do presidente para ser autorizado.
Richard Feynman um dos maiores físicos da atualidade, e um dos cientistas responsáveis por descobrir a causa da explosão do ônibus espacial Challenger, em 1986, certa vez disse “Não importa o quão bonita sua teoria é, não importa o quão inteligente você é. Se ela não concordar com o experimento, está errada.”


Nota:
A maioria dos vídeos a que me refiro pode ser encontrada também na páginahttp://911speakout.org junto com mais informações relevantes.

Fontes:
Artigos
Destruction of the World Trade Center North Tower and Fundamental Physics (Running Title: Downward Acceleration of WTC 1) por David Chandler
Freefall and Building 7 on 9/11 por David Chandler
Active Thermitic Material Discovered in Dust from the 9/11 World Trade Center Catastrophe por Niels H. Harrit, Jeffrey Farrer, Steven E. Jones, Kevin R. Ryan, Frank M. Legge, Daniel Farnsworth, Gregg Roberts, James R. Gourley, Bradley R. Larsen, publicado no Open Chemical Physics Journal, volume 2, pag 7-31.
Páginas da internet
Página do Architects & Engineers for 9/11 TRUTH
Pentagon Papers
Northwood Documents
Wikipedia – World Trade Center
Filmes documentários
9/11: Blueprint For Truth – palestra de Richard Gage do AE911Truth
Loose Change (final cut) de Dylan Avery
911 – In Plane Site (director’s cut) de Dave vonKleist & William Lewis
Zero: An Investigation Into 9-11 de Giulietto Chiesa, Franco Fracassi, Francesco Trento, Thomas Torelli & Paolo Jormi Bianchi

Buscado no Gilson Sampaio

sábado, 10 de setembro de 2011

O MAIOR ATENTADO TERRORISTA DA HISTÓRIA

Laerte Braga
  
Cento e sete suicídios de veteranos da guerra do Iraque assombram a base de Fort Hood, nos Estados Unidos. Três vezes durante o conflito a base militar enviou divisões àquele país. O número de suicídios é o maior desde 2003.

Melissa Dixon, tatuadora, percebe que os soldados que voltam das guerras travadas mundo afora pelo império norte-americano, trazem consigo um nível alto de stress. “Alguns deles têm problemas com as mulheres e seus entes queridos, ficam brigando entre e outros têm amigos que cometeram suicídios”.    
Em outras bases, como a de Fort Bragg, na Carolina do Norte, onde está a 82ª Divisão Airborne o número de suicídios desde 2003 foi de setenta e sete. A onda de suicídios é generalizada e só no ano passado trezentos soldados, na ativa ou na reserva, se mataram.
Há um programa específico das forças armadas para previnir e evitar suicídios de militares nos EUA. 

O general George Casey foi aposentado  e não ficou bem esclarecida a sua passagem para a reserva. A causa teria sido um elevado nível de stress e uma tentativa de suicídio. É uma exceção entre os militares de alta patente, já que o maior número de suicidas é de baixa patente. O general, ano passado, admitiu que passou para a reserva por conta de stress, que segundo ele, “arrasou com todos os seus relacionamentos”.

Entre os suicidas, na cidade de Killeen, cidade militar desde a Segunda Grande Guerra, um massacre. Um veterano entrou num restaurante, matou vinte e três pessoas e suicidou. O fato aconteceu em 1991. 

A mãe do sargento Gregory Eugene Giger disse que seu filho ficou deprimido após um divórcio que começou quando ele estava o Iraque. Enforcou-se com uma gravata. “Era um texano alto e quieto, que estava devastado pela separação. Acredito que havia muitas coisas que ele guardava para si mesmo”. Foi a afirmação de Helen Giger, mãe do sargento.

Michael Timothy Franklin matou sua mulher e cometeu suicídio. Outro  veterano de guerra. Um mês antes Armando Galvan Aguillar Júnior, 26 anos, foi preso pela polícia em Fort Hood após uma perseguição de carro. Era conhecido como “Mando”, tinha retornado do Iraque e estava em tratamento para stress pós traumático e depressão. Em sua última noite de vida bebeu trinta latas de cerveja e atirou em sua própria cabeça com uma arma calibre 45, que lhe fora emprestada por um amigo também veterano que curiosamente, estava tentando cometer suicídio.

Soldados norte-americanos são recrutados por empresas privadas que mantêm contratos de prestação de serviços com o governo do país num processo de terceirização crescente desde a era Bush. Recrutamento, treinamento, administração de bases, serviços de inteligência, toda a parafernália terrorista moldada na cultura da barbárie que permeia o cidadão norte-americano desde o momento que é concebido.

Uma sociedade doente e que forma seres doentios.

As guerras travadas pelos EUA – hoje um complexo terrorista controlado e dominado por grupos sionistas (ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A) – vão bem mais longe que combates a que nos acostumamos nos filmes sobre a Segunda Grande Guerra Mundial.

Ou melhor, a crueldade dos soldados nazistas àquela época transferiu-se para os norte-americanos, Israel e seus aliados. Assassinatos seletivos e de adversários. Tortura, estupros, prisões secretas, campos de concentração, toda a boçalidade de um império terrorista. Moldado no terrorismo. Um império falido, mas com milhares de ogivas nucleares capazes de destruir o mundo cem vezes.

É possível que tenham sido uma referência a essa desumanização do ser as palavras da mãe do sargento Gregory. “Acredito que tenha muitas coisas que ele guardava para si mesmo”.

Bradd Manning, acusado de liberar documentos secretos dos EUA para o site WIKILEAKS, está preso incomunicável há mais de ano, sem direito algum, submetido a forte tortura psicólogica e física, com base no ATO PATRIÓTICO, um documento legal da época do terrorista George Bush. Permite a tortura e especifica, o “afogamento simulado”. Autoriza o assassinato de inimigos do país – a critério deles – em qualquer lugar do mundo.
 
No filme de Alain Resnais, HIROSHIMA MON AMOUR, o diretor mostra num roteiro de Marguerita Duras, toda estupidez contida nas bombas despejadas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagazaki, já no final do conflito e sem necessidade. O Japão estava negociando sua rendição.

“A saída, onde fica a saída?” É uma pergunta aflita e angustiada de uma das vítimas de Hiroshima. Na dimensão da tragédia e na individualidade de uma francesa e um japonês que vivem um amor “proibido”.

O presidente dos EUA à época do atentado contra as duas cidades – 200 mil vítimas – era Harry Truman. Democrata, havia assumido o governo com a morte de Franklin Delano Roosevelt. 

A bomba despejada sobre Hiroshima em seis de agosto  pelas forças aéreas dos EUA foi chamada de “LITTLE BOY” – pequeno rapaz – e a que destruiu Nagazaki de “FAT MAN” – homem gordo.

A operação que acabou com o regime de Saddam Hussein na mentira das armas químicas e biológicas que não existiam foi denominada “CHOQUE E TERROR” pelo secretário de Defesa Donald Rumsfeld, um executivo de companhias petrolíferas e empresas fabricantes de armas.
A imensa e esmagadora maioria dos mortos era de civis. 

O presidente Truman não havia aceito a rendição condicional dos japoneses. Exigia rendição incondicional e decidiu lançar as duas bombas, com a guerra ganha, para dois atingir três objetivos. A rendição incondicional, mostrar ao mundo a nova face do nazismo, agora nazi/sionismo e fortalecer o líder que em 1948, três anos depois, iria tentar a reeleição. Truman era um político sem prestígio e carisma. No dia das eleições presidenciais o jornal NEW YORK TIMES cometeu uma de suas maiores barrigadas. Saiu, antes do resultado, com a manchete DELAWAY VENCEU. Truman comemorou a vitória com a edição do jornal em suas mãos. As bombas sobre Hiroshima e Nagazaki foram decisivas. Usou a força militar com complexo terrorista que começava a tomar forma para vender aos norte-americanos a idéia que são invulneráveis e senhores do mundo – ao lado de Israel – por vontade divina.

Truman criou a CIA – AGÊNCIA CENTRAL DE INTELIGÊNCIA – em 1947 e em 1950 mandou tropas norte-americanas para garantir a propriedade do seu país sobre a Coréia do Sul. Detém o controle das ações de Seul até hoje, agora na denominação ISRAEL/EUA/TERRORISMO S/A.

O IVº REICH ressurreto.

Em 1952 Truman e o Congresso criaram a célebre COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO DAS ATIVIDADES ANTI-AMERICANAS no país, um braço do terrorismo que nascia em sua forma atual sob o comando do senador Joseph MacCarthy. Vários intelectuais, atores, diretores, atrizes, roteiristas, cidadãos comuns foram presos acusados de conspirar contra os EUA. O mesmo discurso adotado pelos boçais do golpe de 1964 aqui, ou o do Chile, na Argentina, não varia. MacCarthy terminou seus dias envolvido em grossa corrupção e ligações com gangsters.  

Truman é lembrado como aquele que sucedeu Roosevelt. Foi, no entanto, o responsável pelo maior atentado terrorista da história, as bombas nucleares sobre Hiroshima e Nagazaki.
O onze de novembro de 2001 foi um ato de guerra, consequência das ações terroristas e das formas que as guerras assumiram, todas elas ditadas pela crueldade e perversidade do império nazi/sionista de ISRAEL/EUA TERRORISMO S/A.

O destaque dado pela grande mídia brasileira, em vários outros países, na verdade, não passa de um espetáculo que esconde o verdadeiro terror que encurrala nações no mundo inteiro e não hesita em destruir o que for necessário para sobreviver intocado na barbárie e na cultura da violência e do ódio, características dos estados terroristas dos Estados Unidos e de Israel.

São tumores que não permitem a paz, tampouco transformações que resgatem o ser humano da mediocridade vendida no dia a dia da farsa democrática e capitalista. Se espalham pelo mundo inteiro. Entre nós têm a forma de tucanos, DEMocratas, pastores a soldo de Washington, dignatários de uma igreja romana fascistizada, sustentando banqueiros, grandes corporações e latifundiários. Contam com a complacência de governos supostamente progressistas, caso de Dilma Roussef. É ilusão imaginar que estamos imunes a essa violência do capitalismo.

A maior barbárie já cometida em todos os tempos foram as bombas sobre Hiroshima e Nagazaki. Não é difícil, pois, entender o genocídio contra palestinos (genocídio, saque, roubo) praticado pelo estado terrorista de Israel, ou os suicídios crescentes de veteranos de guerra, vítimas também quando robotizados pelo patriotismo canalha que cerca o terrorismo praticado por essa gente.

Os campos de concentração de Hitler? Permanecem. Só mudaram os carrascos. Agora estão em Tel Aviv e em Washington.  

Enviado por Sílvio de Barros Pinheiro 

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