quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A Ponte do Arco - Íris

A Ponte do Arco - Íris
O pequeno filhote e o cão mais velho estavam deitados à sombra,
sobre a grama verde, observando os rencontros.
Às vezes um homem, às vezes uma mulher, às vezes uma família inteira se aproximava da Ponte do Arco-Íris, era recebida por seus animais de estimação com muita festa e eles cruzavam juntos a ponte.
O filhotinho cutucou o cão mais velho: " Olha lá!
Tem alguma coisa maravilhosa acontecendo!"
O cão mais velho se levantou e latiu:"Rápido!
Vamos até a entrada da ponte!"
"Mas aquele não é o meu dono", choramingou o filhotinho; mas ele obedeceu.
Milhares de animais de estimação correram em direção àquela pessoa
vestida de branco, que caminhava em direção à ponte.
Conforme aquela pessoa iluminada passava por cada animal, o animal fazia uma reverência com a cabeça em sinal de amor e respeito.
A pessoa finalmente aproximou-se da ponte, onde foi recebida por uma multidão de animais que lhe faziam muita festa.
Juntos, eles atravessaram a ponte e desapareceram.
O filhotinho ainda estava atônito: "Aquilo era um anjo?", perguntou baixinho.
"Não, filho", respondeu o cão mais velho. "Aquilo não era só um anjo.
Era uma pessoa que trabalhava em um abrigo de animais."                                                                                                      
Autor Desconhecido                                                                                                                                                                                   















Adivinha o que eles tem em comum


Nada, além do fato de ambos  serem cachorros


Este é um animal doente,  sujo e que vive nas ruas...

















Com certeza ninguém quer um bicho desses por perto!




Este é um cão que perambulava nas ruas de Resende em outubro de 2005.
Enxotado por todos, rodeando um açougue,  sob o olhar indiferente dos que passavam.
Com aspecto  repulsivo, fedorento, com sarna.
Também com sede e certamente, com  muita fome.







Este cão anda sem rumo,
não quer a proximidade
de nenhum ser humano
Não responde a  estímulos.
Não atende se for  chamado.
Peso: 7 kilos.
Temperamento - desconfiado,
Ao contrário, este cachorrinho é amigável e tem saúde





Farofa, responde quando é chamado. Gosta de brincar,


Adora o dono dele! Quando passa na rua as crianças


Vem fazer carinho porque ele é fofinho!






Eles não tem mesmo nada em comum!


Apesar de ser o mesmo cachorro em épocas diferentes.


Farofa foi recolhido na Rua em outubro de 2005.







Passou três meses sendo cuidado por  Veterinários.


Foi fotografado  no dia 1


de junho  de 2006, na nova


casa.






Agradecemos aos que apoiaram esta difícil trajetória.


Especialmente, à Drª Flavia Tavares e ao Alberto que adotou


o Farofa quando ele ainda não estava visivelmente lindo


como é hoje.






Agradecemos a todos os que se recusaram a socorrer Farofa,


porque nos deram a oportunidade de sentir a felicidade


de salvar a vida de um ser tão admiravelmente amoroso.

















Esse cachorro não tem nome, não tem dono e muito menos tem um lar, muitas vezes passa desapercebido pela população, essa foi a idéia que tive ( fotografo ) para que todos parassem e olhasse diretamente para seus olhos e visse o que ele transmite.... mensagens recebidas por E-mail sem Informações, caso alguém a possua,  por favor me envie,  para que eu possa colocar os devidos Créditos.

Por favor a formatação abaixo, é referente ao e-mail que não consegui reproduzir na integra no poste, quem quiser os originais mande o email.
Formatação: Airton Ferreri
“ Homem Sonhador “
http://www.homemsonhador.com

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O negro reconheceu o negro.



Frei Beto nasceu em Belo Horizonte, é escritor, religioso, publicou excelentes livros, entre eles, “Batismo de sangue”, descreve a morte de Carlos Marighella e as torturas sofridas por frei Tito.
Preso por 4 anos, relatou suas experiencias desta época em diversos outros.
Adepto da Teologia da Libertação, é militante de movimentos pastorais e sociais, tendo ocupado a função de assessor especial de Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República, entre 2003 e 2010.
Uma boa forma de começar uma postagem é trazendo um pouco de informação sobre o autor de um texto que nos chama atenção. Por isso começo falando de Frei Beto e o seu texto publicado no blogue de “Um sem mídia” relata o que se passa no Haiti, uma história que começou em 1830. Em 1991, o médico haitiano Alphonse Arcelin visitou o Museu Darder. O negro reconheceu o negro.
Conheçam aqui dois franceses que em 1830 fizeram uma taxidermia em um cadaver de um africano, e motivo de reflexões neste importante blogue.