quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Pra quem acha que privatização é conversa…


 
Como eu completei 32 anos semana passada, de vez em quando me dou conta que, pro pessoal que está votando pela primeira vez, eu já sou quase um “coroa”. E sei que pra muita gente que saiu da adolescência já nos oito anos do Governo Lula, certas coisas aqui são encaradas como “ouvi dizer”, queria mostrar que esta história de privatização da Petrobras não é “conversa fiada” da gente.
Por isso, fui buscar a matéria publicada pela Folha de S. Paulo, no dia 27 de dezembro de 2000 (assinantes podem acessar aqui) que reproduz o anúncio da mudança de nome da Petrobras para PetroBrax
Reparem que a mudança de nome ia custar R$  213 milhões  ( US$ 50 milhões  de dólares da época, corrigidos pelo IGP-M). Ia, mas acabou custando R$ 1,57 milhões, pagos sem licitação à empresa Und Comunicação Visual.
Gostaria que ninguém deixasse de atentar que o presidente da empresa, na ocasião do anúncio da mudança, diz que a iniciativa tinha “o aval do presidente Fernando Henrique Cardoso”.
A grita dos brasileiros foi geral e o Governo teve de recuar. Mas a mudança valeu tempo suficiente para a própria Folha, dois dias depois, falar do patrocínio de uma peça estrelada pela (magnífica) atriz Fernanda Montenegro, referia-se ao patrocinador como “PetroBrax”.
Eu gostaria que a campanha da Dilma, para ajudar as pessoas que são incrédulas, conseguisse os exemplares do jornal em papel. Serviria não só para provar que a dupla Serra-FHC estava matando a maior empresa brasileira como, também para enrolar e matar, com uma boa jornalada, a mosca-azul que está pousando na cabeça desta gente.

Publicado também no ContrapontoPIG



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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Quem Avisa Amigo É



Sanguessugado do DoLaDoDeLa
Logo que acabou o primeiro turno das eleições e as urnas foram abertas, assim como muitos brasileiros, fiquei estarrecido diante da totalização dos resultados. Foi nesta hora que desenvolvi a tese publicada aqui no blog (com o nome de Teoria Conspiratória), de que pudesse ter havido manipulação na totalização de votos. Alguns internautas consideraram fantasia, delírio, "viagem". Outros, afirmaram que violar a segurança das urnas era impossível. Então, vamos a um novo exemplo. Digamos que assim que terminasse a eleição, às 17h, mesários e presidentes de seções pegassem os livros, onde os eleitores assinam, assinassem pelos faltantes e fossem até a urna depositar alguns votos. Digamos que isso acontecesse em várias urnas diferentes até que fossem recolhidas, em meia hora. Vamos supor agora que, no momento de dar a carga na urna, houvesse algum tipo de fraude. Vamos supor ainda que os relatórios eletrônicos pudessem estar em desacordo e com a totalização. E se, agora, eu afirmasse que tudo isso pode sim ter ocorrido? E mais. E se eu dissesse que quem prepara as regras, cuida do processo e decide se houve erros é uma instância só: a Justiça Eleitoral. Ainda assim muita gente duvidaria, não é mesmo? Então, leiam isso: "Acabo de chegar de São Luis (MA) onde acompanhei como observador do PDT a auditoria nas urnas eletrônicas usadas no 1° turno das eleições do Maranhão feita pelo engenheiro especializado em segurança de informática, Amilcar Brunazo Filho, e a advogada especialista em Direito Eleitoral, Maria Aparecida Cortiz. Como sabe, além de brizolista, sou velho crítico dessas máquinas e neste 1° turno os resultados em três estados me chamaram a atenção: Paraná, São Paulo e Maranhão. Tiveram jeito de coisa encomendada." 
Se tiver paciência e quiser ler tudo, está aqui: ConversaAfiada

Buscado no Gilson Sampaio




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