quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O negro reconheceu o negro.



Frei Beto nasceu em Belo Horizonte, é escritor, religioso, publicou excelentes livros, entre eles, “Batismo de sangue”, descreve a morte de Carlos Marighella e as torturas sofridas por frei Tito.
Preso por 4 anos, relatou suas experiencias desta época em diversos outros.
Adepto da Teologia da Libertação, é militante de movimentos pastorais e sociais, tendo ocupado a função de assessor especial de Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República, entre 2003 e 2010.
Uma boa forma de começar uma postagem é trazendo um pouco de informação sobre o autor de um texto que nos chama atenção. Por isso começo falando de Frei Beto e o seu texto publicado no blogue de “Um sem mídia” relata o que se passa no Haiti, uma história que começou em 1830. Em 1991, o médico haitiano Alphonse Arcelin visitou o Museu Darder. O negro reconheceu o negro.
Conheçam aqui dois franceses que em 1830 fizeram uma taxidermia em um cadaver de um africano, e motivo de reflexões neste importante blogue.

2 comentários:

Silvana Nunes .'. disse...

Bom dia, jader.
Sei que você começou falando de Frei Beto, mas devido a meu monitor estar embassado (com defeito), não consegui entender o resto. Mil desculpas, amigo.
FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER... continua com a série mitologia dos orixás como eu havia prometido: hoje eu escrevo sobre a lenda da criação. Se puder, passa por lá.
Tenha um bom dia.
Beijo grande,
Saudações Florestais !

Fábio disse...

Oi parabéns pelo blog, estou passeando aqui e gostaria de aproveitar para convid -lo a conhecer meu trabalho através do blog Ecos em www.ecosdotelecoteco.blogspot.com .Forte abraço!!!